terça-feira, 20 de junho de 2017

Festinha


Esta bolsa eu batizei de festinha, porque ela tem esta carinha assim, meio sapeca.

Simples, porém sexy, hahahahahaha.

Tem uma alça longa, que pode ser usada ao modo carteiro, deixando as mãos livres para poder dançar, bebericar e provar os fingers foods, nas festas.

As fotos não ficaram legais, porque fotografar tecido prata, sempre dá algum probleminha.

Mas ela é muito legal e muito leve. 
Tem bolsinho interno com elástico e fecha com zíper e com fechos imantados











terça-feira, 6 de junho de 2017


Esta bolsa foi feita meio que de supetão. aliás, quase como todas as que faço. 
Raramente consigo ir até ao final com uma ideia pensada de início. Elas ganham vida própria no decorrer do processo e para a minha surpresa, muitas vezes o resultado, fica longe do que foi pensado anteriormente.


Não sei se é falta de método (deve ser!),mas sinto que ajo mais na intuição do que pela razão.
a pena é que as fotos não fazer jus à belezura que ela ficou, pois o tafetá reflete a luz e daí fica esquisito.
Mas a pessoa que a comprou, ficou bem feliz com ela e eu também.
 
E o que vocês acharam?

Ah, também faço sob encomenda e daí não fujo (muito) do que a pessoa pediu, tá?








A aba foi feita com restos de lã de pompons que fiz. Apliquei um tule e depois fiz um quilt livre.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Voltando...


Meio ano se passooou
e nem sequer postei nada...

Foi um primeiro semestre intenso, aconteceram coisas que me deixaram sem a mínima condição de postar no blog.
Não deixei de produzir, mas nada rendia. Nem post, nem dinheiro.
Mas como hoje é o primeiro dia de um novo mês, o do meio do ano, resolvi me esforçar e retomar o que já era meu. 
No caso, este cantinho aqui,

Recomeço falando de reformas, não as do Temer, por favor! Mas das reformas que fazemos por dentro e por fora. 
E acho que conseguir reformar uma roupa para si mesmo, é um fator de empoderamento que merece ser apreciado.
Eu já costuro bolsas e outras coisinhas, faz quase dez ano, mas sempre que me sento à máquina, me sinto como se fosse a primeira vez. Quase não acredito que consigo dominar a dita cuja.

Sempre fico feliz e ansiosa,
Esta foto bem ruim, é de uma saia que eu comprei pronta, porém tinha que dar uma diminuída no comprimento. 
Daí eu fiz...



Eu e a minha Singer.

Se você quiser me seguir no instagram, estou lá: @ninadeoliv

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Segue a saga


E segue a saga (ou seria série?), das fotos bordadas.
Recebi uma encomenda grande, mas ainda não posso publicar todas aqui. ;)






sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Quando acaba, recomeça!

Dezembro de 2016 passou tão apressado que eu nem postei nada. Incrível!
Mas por outro lado, ele foi muito produtivo. Participei de um bazar, Bazar dos Arteiros, que funcionou por quinze dias e foi muito, mas muito legal.

O Bazar reúne um grupo de artistas plásticos e visuais, artesãos, escritores que juntos, montamos este coletivo. A proposta é divulgar os artistas locais, o handmade e também apoiar os projetos sociais da ONG Alice. Foi um trabalho em equipe muito edificante. Adorei ter participado e também de ter esgotado (praticamente) meu estoque.

Portanto, enquanto eu vou produzindo coisinhas novas para o bem viver, vou postando aqui algumas fotos das peças que produzi para o bazar e que, por causa dele, nem tive tempo de postar.

O email para pedidos continua funcionando e agradeço a visita.
Feliz 2017 e que venham mais anos em nossas vidas!






terça-feira, 29 de novembro de 2016

Festa no jardim

Sábado, dia 26, fomos à uma festa maravilhosa.
Era o aniversário de quinze anos da Osteria Della Colombina. Pense em um lugar de sonho. É lá.
E não é só porque é um lugar belíssimo, localizado em Garibaldi, na Serra Gaucha. É também porque a história das mulheres que fizeram a Osteria, torna tudo mais humano e próxima de nós, de alguma maneira.
A Dona Odete ficou viúva em 1997 com quatro meninas, crianças e adolescentes. 
Uma fatalidade na vida de um casal jovem ainda.

Mas ela conseguiu fazer o que parecia improvável para uma mulher na sua condição. Passado o impacto, ela, junto com as filhas, começaram a preparar esta comida, que hoje é um verdadeiro manjar. E elas fazem tudo mesmo. Pegam no pesado mesmo. As filhas foram para a universidade, estudaram, voltaram e trabalham na propriedade com muita garra e valentia. É a Casa das Cinco Mulheres. 

Três já se casaram e saíram da casa, porém a união permanece e o trabalho em família também.
Fomos convidados para esta festa e eu queria muito fazer alguma coisa para todas elas. Uma lembrancinha que representasse toda a minha admiração e afeição que tenho por elas. Mas o tempo era curto e a minha imaginação também. Então pensei que se eu presenteasse a Mãe, as filhas também ficariam contempladas, e foi o que eu fiz.
Procurei uma foto dela no facebook e achei esta, que foi do dia da gravação do programa da Regina Casé, 
o Esquenta, que foi feito com elas.

Como estou em um relacionamento sério com esta coisa de bordar fotografias, foi a ideia que me ocorreu.
Eu fiquei muito feliz em poder fazer isto e a Dona Odete me retribuiu com toda a sua elegância, se deixando fotografar com o mimo e também comigo, o que foi uma honra para mim.

Se tiverem oportunidade, não deixem de conhecer a Osteria. É um lugar mágico.



Odete Bettú Lazzari





A matriarca e as filhas


As belezuras do lugar
  




A mesa farta

Tem que reservar, tá?
(54) 3464-7755
(54) 9121-1040


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Big Bag

Esta bolsa é meu próprio presente de aniversário, que foi no dia 23.
Eu queria uma bolsa nova e não tinha tempo de fazer, veja você. Sim, é o famoso adágio popular: em casa de ferreiro, o espeto é de pau.

Porém, tive um insight e abri minha caixa de pandora, hahahaha. Mentirinha! Abri minha caixa de retalhos de tecido para estofados, que ganhei do meu querido estofador, Seo Joaci.
O critério era o tamanho do retalho. Queria um que fosse grande o suficiente e que não exigisse grandes manobras de corte. Peguei o maior para a bolsa, depois procurei um para a alça e outro para o bolso.  E o outro critério, era que não precisava combinar entre si, mas sim, harmonizar. É, a coisa aqui é gourmet, viu?

Para o forro também apliquei os mesmos critérios. 
Bem, o fato é que esta deve ter sido a bolsa mais "ajax" que fiz e eu adorei o resultado. Agora vou aplicar o método científico nela, para poder reproduzir, porque esta foi feita de uma maneira totalmente empírica e me deu algum trabalho no final, por causa disso.
Mas eu adoreeei a minha bolsona. E você, o que achou?

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