segunda-feira, 30 de março de 2009
Férias...
Eu não disse que elas iriam viajar? Pois esta foi e mandou fotos do momento espraiada nas areias maravilhosas de Morro de São Paulo, que fica na Bahia.

Crafteneando...
Adoro fazer coisas para minha casa, porém nem sempre sobra tempo para a pobre coitada.
Mas quando sobra um tempinho, ela ganha alguns mimos, como esta luminária,

que refiz a pantalha e este tapete de sisal que estava todo velho pronto para ir ao lixo.

Daí pintei de vermelho, fiz um molde com flores e pintei de branco (na verdade parece que só tem amarelo, mas isto é um problema da foto),
forrei com um tecido de algodão cru bem grosso e fiz as bordas com chitão.
E o bordado "pé de galinha" foi feito a mão.


Mas quando sobra um tempinho, ela ganha alguns mimos, como esta luminária,
que refiz a pantalha e este tapete de sisal que estava todo velho pronto para ir ao lixo.
Daí pintei de vermelho, fiz um molde com flores e pintei de branco (na verdade parece que só tem amarelo, mas isto é um problema da foto),
E o bordado "pé de galinha" foi feito a mão.
sexta-feira, 27 de março de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
Uns índios...
Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante
De uma estrela que virá numa velocidade estonteante
E pousará no coração do hemisfério sul, na América, num claro instante
Depois de exterminada a última nação indígena
E o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas das tecnologias
Virá, impávido que nem Muhammed Ali, virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri, virá que eu vi
Tranqüilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá
Um índio preservado em pleno corpo físico
Em todo sólido, todo gás e todo líquido
Em átomos, palavras, alma, cor, em gesto e cheiro
Em sombra, em luz, em som magnífico
Num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico
Do objeto, sim, resplandecente descerá o índio
E as coisas que eu sei que ele dirá, fará, não sei dizer
Assim, de um modo explícito
REFRÃO
E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio
Eu adoro música. Sempre relaciono os fatos que vivencio com alguma canção. Esta cena corriqueira, no centro de qualquer cidade de qualquer país pobre, me lançou para o Caetano Veloso, e não só na canção cuja letra colei, mas também para um outro clássico, em que diz assim: – alguma coisa acontece no meu coração... A canção é Sampa, mas poderia ser Poa.
Petit Poa. Petit poi. Pois...
a foto foi feita pelo meu fiel escudeiro Milton Simas
Das blusas... Esta ganhou o nome de Gola Paris
Fiz a "customização" desta blusa que veio de Paris com a estampa.
Depois de muito pensar e pensar e pensar consegui vislumbrar o que seria. Depois de uma ida à Paulínia, láá na Vila Madalena, láá em São Paulo, onde encontrei este tecido americano maravilhoso, fiz o que vocês verão abaixo.
Ah, a modelo é a proprietária das peças. A simpática e charmosa Silvia, que tem uma lojinha toda mimo, que aparece ao fundo da foto e se chama Arteiras do Bairro.
Bairro que é o Teresópolis em Porto Alegre.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Da série In my life - by Beatles
Como diz a canção...
Tem lugares que me lembram minha vida
aonde andei...
Não pude deixar de fotografar esta alfaiataria, pois sabia que ali estava materializado um momento da minha infância que talvez nunca mais se repita, infelizmente. Acho que é o tipo de coisa que esta de fato (daria até para fazer um trocadilho com o portugues de portugal, porque lá, fato é roupa) por um fio (de linha - ai! hoje o santo trocadilhô me pegô seu doutô).
Ela estava lá, numa travessa da Rua Augusta, em São Paulo. Eu saía do Shopping Frei Caneca e passava por ali, quando me deparei com esta vitrine. Havia dois alfaiates trabalhando, mas confesso que não tive coragem de me aventurar em muitos cliques. Fiz apenas este e me mandei com o coração pulando.
... retratos de um filme em branco e preto
que o tempo levou e o ventro traz...
Tem lugares que me lembram minha vida
aonde andei...
Não pude deixar de fotografar esta alfaiataria, pois sabia que ali estava materializado um momento da minha infância que talvez nunca mais se repita, infelizmente. Acho que é o tipo de coisa que esta de fato (daria até para fazer um trocadilho com o portugues de portugal, porque lá, fato é roupa) por um fio (de linha - ai! hoje o santo trocadilhô me pegô seu doutô).
Ela estava lá, numa travessa da Rua Augusta, em São Paulo. Eu saía do Shopping Frei Caneca e passava por ali, quando me deparei com esta vitrine. Havia dois alfaiates trabalhando, mas confesso que não tive coragem de me aventurar em muitos cliques. Fiz apenas este e me mandei com o coração pulando.
... retratos de um filme em branco e preto
que o tempo levou e o ventro traz...

terça-feira, 3 de março de 2009
Vick Trip Mochilinha
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