segunda-feira, 18 de abril de 2016

A tiracolo

Ela é descontraída e moderninha. Mas também é muito prática e oferece segurança.

Ela foi feita com dois joguinhos americanos de muita lindeza, que ganhei de uma amiga irmã.

Tem forro delicado em petit poa branco, num fundo cinza claro.  Também tem bolsinho interno de elástico. Fecha com zíper e com botões imantados. Com alça regulável.
 
Modelito carteiro.

Está disponível e basta mandar um email para mim, ok?









sexta-feira, 15 de abril de 2016

Doce como jujuba


Estes colares, saíram ao meu gosto.

Eu simplesmente amei os danadinhos.
Um já se foi. O de cordão bege.

O de cordão preto se encontra disponível.

E ainda são docinhos, né?

E ainda tive o sol como ajudante para as foto.
:)







quarta-feira, 30 de março de 2016

É feito de quê?

Quando comecei a costurar as bolsas, logo percebi que gerava muito resíduo. E o motivo de ter começado a fazer bolsas, foi justamente o cuidado com o planeta. Comecei a guardar todos os restinhos de linhas, retalhinhos etc. Sabia que um dia acharia um fim para aquilo. e veio logo em seguida. Resolvi usar para fazer aquele fundo reforçado das bosas, sabe? para que ela não fique com aquele aspecto de fralda de bebê cheia, rsrsrs. 

Também uso os restinhos, para misturar com a fibra siliconada e preencher as almofadas.
Hoje resolvi mostrar para vocês, como é que eu faço os fundos das bolsas.

Também criei o marcador Como é que é feito, para ir mostrando alguns processos do meu trabalho. 
Alguma coisa dos bastidores sempre fascina, não?
Vamos às fotos?








Em outro post, mostro a bolsa pronta. 

segunda-feira, 28 de março de 2016

Da série - como não pensei nisto antes?


Pois então, como não pensei nisto antes? 
A ideia é tão genial e simples, que a gente "nem pensa em pensar nela", não é mesmo?
Pois eu recebo snippets do Colette e este veio a semana passada. Como os meus suportes para giz estavam praticamente vazios, rapidamente resolvi testar a ideia. Eu tinha trazido da casa da minha mãe este lindo pote de talco, então tinha tudo para resolver o problema na hora. A propósito, este talco é tããão antigo que não o usaria para outra finalidade a não ser algo deste tipo. Mas eu adoro o estojo. Ele é tão vintagezinho, né? 





Estes pesos de balança, entraram na foto como figurantes, mas eles servem para segurar o molde sobre o tecido.

terça-feira, 15 de março de 2016

Meu tapete voador


Já terminei o tapete faz algumas semanas. 
Fotografei, mas ainda não tinha tido tempo para postar.
Mas agora vai. Meu blog anda tão abandonadinho, né? Apesar de estar trabalhando bastante no atelier,  não tenho publicado. Aconteceram várias coisas em 2015, coisas muito boas e coisas muito ruins, que me neutralizaram, de uma certa forma. Então, acabei fazendo várias coisas para a casa, mas nada para as clientes queridas e fieis.

Tenho várias peças prontas agora, mas ainda não as fotografei. 
Well,estou de volta e irei postando na medida do possível, tá bom?

Voltando ao tapete: ele foi feito com aquele fio de malha (camiseta) e eu gosto de usar o nome em espanhol, que é trapillo. Lá pelas tantas fica ruim de trabalhar com ele, pois vai ficando bem pesado.
Mas eu gostei do resultado e assim, minha casa vai ficando bastante colorida, do jeito que eu gosto.
E você, gostou?





segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Em busca de sombra e água fresca

Em busca de sombra e água fresca. Quem não quer?
Meu ombrelone estava todo depauperado. O plástico que o cobria já estava todo rasgado.

Não existe quem faça este tipo de serviço. Dá para acreditar?
Sobrou para mim. Aliás, já é a segunda vez que o reformo, porque vai completar dez anos que comprei e naturalmente que durante todo este tempo, ele já se entregou duas vezes.

Num primeiro momento me apavorei, quando descobri que não havia quem fizesse a troca e num segundo momento, me dei conta que não deveria ser uma coisa que eu não pudesse fazer. Afinal faço bolsas, né? rsrsrsrs

Bem, aí estão as duas fotos que fiz dele. 
Um nude e um "vestido".

Que tal?




quinta-feira, 15 de outubro de 2015

O legal é que quando você acha que nada mais vai ficar legal, fica. Fica legal.

Isto me lembra fragmentos do  poema Juca Pirama, de Gonçalves Dias:
(...) Meu canto de morte, 
Guerreiros, ouvi: 
Sou filho das selvas, 
Nas selvas cresci; 
Guerreiros, descendo 
Da tribo tupi. (...)

As crianças têm o dom e o poder de restaurar o que nos quebrou, né?
Fiquei muito grata à minha amiga que me pediu estes dois babeiros para uma menininha.




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